Um estúdio editorial dentro do SPI: da ideia ao post pronto, com a regra de publicidade médica conferida antes de sair.
28 ferramentas, não um campo de texto.Carrossel, reel, stories, post, legenda, artigo de blog, newsletter, guia, roteiro de aula ou palestra e e-book. Cada formato sai com a estrutura que aquele formato pede.
Planejamento, não post solto.Estratégia, linha editorial, calendário do mês, campanhas e sequências, com a sazonalidade da pediatria já dentro: bronquiolite no inverno, volta às aulas, verão.
Pesquisa antes de escrever.Radar do que está circulando, banco de ideias, benchmark e busca em PubMed, Europe PMC e ClinicalTrials.gov, para o post nascer com referência em vez de achismo.
A sua voz, não a da IA.Tom, público, identidade visual e a biblioteca do que você já produziu ficam guardados e entram em tudo que é gerado depois.
Conferência do CFM antes de publicar.Toda peça passa por 9 regras de publicidade médica (superlativo, promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente, sorteio, preço, sensacionalismo), e volta com o trecho marcado e a sugestão do que colocar no lugar. Leitura prática da Resolução CFM 2.336/2023, com a data da revisão à vista.
Publicar e medir.Sete canais (feed, reels, stories, status e envio direto no WhatsApp, site e e-mail), cada um com o seu limite de legenda e de hashtag. O SPI prepara imagem, legenda, primeiro comentário e checklist; você posta e traz os números de volta.
O que você atende vira pauta.Se você ligar, o SPI olha os diagnósticos do mês e sugere o tema que a sua própria fila está pedindo. Só contagem agregada, com no mínimo cinco casos por grupo: nome, data de nascimento e texto de consulta não saem do aparelho.
Você vê o custo antes de gastar.Cada geração mostra quantos créditos vai consumir antes de rodar, e o que dá para conferir sem IA (as regras do CFM, os limites de canal) roda no seu navegador, de graça.